Meritocracia um fator que deve se fazer presente também na Educação.

Com a divulgação dos dados do IDEB (Índice da Educação Básica) que aponta os sucessos e
fracassos da educação no Brasil apontam erros e acertos em termo de educação uns acusam a
falta de estrutura e a baixa remuneração outros a falta de envolvimento da família.

O que ainda não se resolveu foi o que fazer com os que conseguiram péssimos índices, onde
esta o problema, esta no professor esta no aluno esta no material, onde esta o problema?

Na cidade de Nova York, as avaliações constadas como ineficazes podem levar a demissão do
professor. Ou seja, o educador que não busca os referenciais apontados pela direção da escola
é demitido com base nos índices de desenvolvimento, isso cria uma seleção natural para se
buscar sempre a excelência em ensino.

Ficando a caro dos sindicatos avaliar o mérito ou não da demissão. Só em uma democracia
amadurecida, permitem que instituições fiscalizem instituições para fazer funcionar o aparelho
de estado em favor da excelência de um serviço.

Infelizmente nossa legislação, impede isso, o concurso público pensado para diminuir
ineficiência e prezar pela excelência do serviço deixou de ter essa função e cultiva em seu seio
uma porção de acomodados que debilita os setores trazendo ineficiência ao estado e pior
deficiência a população.

Educação é uma coisa séria, se trata de uma geração inteira que passa por esses profissionais,
o que esta em jogo é o futuro recente do nosso país, escola não pode ser vista como deposito
de crianças.

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